Conferência de Meio Ambiente: Rio das Ostras mobiliza população e planeja ações

A VI Conferencia de Meio Ambiente de Rio das Ostras mobilizou a comunidade, dia 27 e 28 de novembro, em torno das propostas de ações e projetos de meio ambiente.
Os debates tiveram como temas centrais o licenciamento ambiental, zoneamento urbano-ambiental e gestão de resíduos sólidos.

O evento teve a presença do prefeito Carlos Augusto, do vice-prefeito Wilton Broder, do vereador Alcemir Jóia, do Secretário de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, Max Almeida, além de outros secretários de governo.

O prefeito Carlos Augusto ressaltou a importância da conferência para o planejamento de ações ambientais no município. “A Criação da Arie de Itapebussus foi demanda de uma conferência. Esse é um exemplo da importância desse tipo de discussão e é muito bom ver como o riostrense é comprometido com o seu município a ponto de lotar esta sala em pleno sábado de sol”.

Na abertura, o vice-prefeito Wilton Broder destacou as parcerias com outras instituições, como o Instituto Estadual do Ambiente – Inea, e a criação da rede de coleta e tratamento de esgoto como ação primordial para preservação de recursos hídricos e combate à poluição na cidade.

Max Almeida, secretário de Meio Ambiente, destacou a importância da conferência como oportunidade de participação popular . “O poder público tem que ouvir a sociedade e atuar de forma conjunta para acertarmos os rumos e ampliarmos as ações bem-sucedidas”, disse Almeida. O secretário falou ainda da importância do respeito à legislação ambiental do município. “Todos temos o direito de trabalhar; mas também o dever de respeitar o meio ambiente”, completou.

Sobre o licenciamento ambiental, o engenheiro ambiental Mauro Prioste falou do controle social nesse processo. “O licenciamento busca a proteção ambiental e o controle da poluição, a partir do controle do impacto dos empreendimentos no meio ambiente do município”, disse. Prioste detalhou a legislação e apresentou os empreendimentos que devem se licenciar na cidade.

A arquiteta e urbanista Adiane Santos frisou a importância de construir um ambiente que não agrida o ambiente natural, de respeitar a taxa de ocupação do terreno na hora de construir e de não impermeabilizar totalmente o solo, ação que impede a absorção de águas pluviais e prejudica o desenvolvimento sustentável.

Sobre gerenciamento de resíduos, Max José de Almeida frisou os tipos de lixo existentes e a necessidade de consciência da população de que jogar lixo nas ruas prejudica a saúde, é ruim para a população e para o turismo, além de desperdiçar dinheiro público. “O gasto por pessoa para limpeza urbana em 2005 era de R$ 197. Conseguimos, através de campanhas educacionais e ações, reduzir para R$ 165 este ano”. O secretário destacou ainda o trabalho de compostagem, feita através da trituração das sobras de podas das árvores, e de coleta de pneus feitos pela Prefeitura.

 

FONTE: SECOM – PMRO.

Ronet

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