Começa a 11a edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival

Na edição mais multimídia de sua história, evento pode ser acompanhado em tempo real, pela Internet

Os acordes da guitarra de John Primer e o som da banda The Real Deal Blues encerraram com perfeição o primeiro dia do 11º Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. Na edição mais multimídia de sua história, o festival foi acompanhado, nesta quarta-feira, 29, por pessoas de mais de 10 países, via internet. “Buenísimo!!”, foi o que escreveu um internauta argentino, via twitter. Na Cidade do Jazz, em Costazul, a participação do público também ficou além do esperado – com casa lotada já na primeira noite.
Antes de Primer, o guitarrista brasileiro Lancaster empolgou a plateia com seu blues que mistura influências de gênios como B.B.King e Muddy Waters, com um toque latino e de soul music.
A primeira noite contou ainda com a tradicional apresentação de abertura da Orquestra Kuarup, da Fundação Rio das Ostras de Cultura, que trouxe clássicos da MPB como Maracangalha, de Dorival Caymmi, e Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius. A Big Band 190, da Polícia Militar, também encantou o público, que aplaudiu durante toda a apresentação.

ABERTURA – Pela primeira vez, o evento foi aberto por um show na Praça José Pereira Câmara, bem no Centro da cidade. Com um repertório com ritmos variados, a BYU Synthesis, considerada uma das maiores big band de Universidade dos Estados Unidos, foi quem deu início ao evento. Quem passava pelo Centro, parou pra ouvir e dançar ao som do grupo.

NOVIDADES – Este ano, o festival trouxe uma série de novidades, como cenários que reproduzem a arquitetura de Nova Orleans, berço do jazz e blues norte-americano. A estrutura ganhou reforço: um piso de material reciclável garantiu conforto e acessibilidade aos visitantes. “Nunca vi nada igual a essa estrutura!”, disse entusiasmada a turista Julia Esperanza, da cidade do Rio. Cadeirantes e pais com carrinhos de bebê também se beneficiaram do novo piso, que ainda protege o público da lama em caso de chuvas.
Um posto de informações turísticas também foi montado na entrada do evento, com distribuição de folders do festival, mapas da cidade e guias do transporte público.

MULTIMÍDIA – Um dos grandes diferenciais deste ano está na interatividade e diferentes plataformas de cobertura. Telões de LED foram instalados ao lado do palco da Cidade do Jazz e nas praças de alimentação. Quem não pode vir a Rio das Ostras este ano acompanhou o festival pela internet, em tempo real, pelo site www.riodasostras.rj.gov.br/webtv. O público internauta assistiu aos shows e enviou mensagens via twitter e facebook – pessoas do Brasil, além de França, Portugal, Canadá, Argentina, entre outros países. Lances do evento estão sendo divulgados pelo facebook da Prefeitura. Uma câmera suspensa faz imagens aéreas da Cidade do Jazz, transmitidas pelos telões e via web.
Para o prefeito Sabino, a realização do Festival contribui para fomentar a economia da cidade, além de consolidar Rio das Ostras como um destino turístico cultural. “É importante investir em eventos que geram empregos e estimulam a economia. A cada ano, segundo pesquisas, a cidade vem recebendo mais visitantes especialmente para o festival. Em 2011, recebemos 20 mil pessoas por dia durante o evento e em 2012, esse número subiu para 25 mil pessoas por dia. Este ano, por exemplo, antes do início do festival, a ocupação hoteleira da cidade já chegava a 100%”, diz ele.

PROGRAMAÇÃO – Nesta quinta, 30, quem abre o evento é o guitarrista Gean Piere, na Praça São Pedro, às 11h15. Às 14h15, na Lagoa de Iriry, tem novo show de John Primer e The Real Deal Blues Band. No palco da Pedra da Tartaruag, às 17h15, é a vez do premiado baixista Stanley Clarke – pela primeira vez no Brasil. À noite, na Cidade do Jazz, se apresentam BYU Synthesis, Diego Figueiredo, Léo Gandelman e Charlie Hunter e, encerrando a série do dia, Tributo a Celso Blues Boy.

FONTE:
Secretaria de Comunicação Social
Departamento de Jornalismo

Ronet

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