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Aula Pública do Sinpro Macaé e Região promove debate sobre a qualidade da educação em praça pública de Rio das Ostras

Evento estimulou a reflexão sobre a valorização do professor por meio de debates, apresentações musicais e atividades lúdicas

O Sinpro Macaé e Região prossegue nas ações para evitar com que o professor seja apagado e desvalorizado. No último final de semana, a aula pública reuniu professores e a sociedade civil nas atividades realizadas na Praça José Pereira Câmara, em Rio das Ostras. Debates, apresentações do cordelista, Edmilson Santini, e atividades lúdicas refletiram o tema da campanha nacional “Apagar o professor é apagar o futuro”. Durante a apresentação o cordelista, fez versos para chamar a atenção sobre a situação da educação e do professor.

 

 

 

Segundo o presidente do Sinpro, Cesar Gomes, ações públicas como esta colaboram significativamente para ampliar o diálogo com a sociedade. “As pessoas precisam ficar cientes do impacto social das medidas que o governo federal tem aplicado e os reflexos que elas causam na educação e na vida dos professores. A Reforma Trabalhista, por exemplo, ataca os trabalhadores ao retirar direitos que já haviam sido conquistados e estavam concretizados. Conseguimos provocar estas reflexões”. 

 

 

 

Jucemary Pinheiro, é professora em Casimiro de Abreu e do Estado e participou da ação. Para ela, a luta não é somente dos professores da rede particular e sim de toda a categoria. “A batalha é uma só. Todos precisamos vestir a mesma camisa. A aula é um movimento importante para chamar a atenção da desvalorização de nossa classe. É preciso lutarmos não só por salários melhores como todos os assuntos relativos à educação. Contudo, é preciso que os professores participem, se mobilizem”, disse.

 

 

 

CAMPANHA SALARIAL - A aula fez parte da Campanha Salarial do Sinpro Macaé e Região na Educação Básica, Base Estendida, Sesi e instituições de ensino superior. Para este ano, o Sindicato trabalha com o índice de 6% para os reajustes, além de inserir nas discussões a manutenção dos direitos já conquistados nas convenções e acordos coletivos. As rodadas de negociações com os patrões acontecem desde março deste ano.


FONTE: Magno Lopes Ferreira 

Jornalista / DRT 14.288

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