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Imagens do Jazz e Blues Festival

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Rio das Ostras Jazz & Blues Festival recebe elogios do público e empresários

Com três dias de programação, evento mantém qualidade do casting e movimenta economia de Rio das Ostras

A 14ª edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival comprovou que o evento, considerado o maior do gênero na América Latina, já faz parte do calendário de eventos do município.

Durante três dias, no palco da Cidade do Jazz, em Costazul, na Concha Acústica da Praça São Pedro, no Centro, e na Lagoa do Iriry foram realizados 15 shows, reunindo grandes nomes da música. Milhares de pessoas passaram diariamente no Festival.

Nessa edição do evento foram valorizados talentos nacionais, sem esquecer nomes que fazem sucesso no exterior como o baixista norte-americano Bob Stroger, o guitarrista argentino Danny Vicente, a multi-instrumentista e cantora norte-americana Deanna Bogart, e o brasileiríssimo Wagner Tiso, que fez um tributo ao amigo, ícone da música, Milton Nascimento.

Rio das Ostras mostrou que pode enfrentar a crise e manter o Festival. Mesmo reduzindo um pouco a estrutura, a receita de sucesso do evento continuou a mesma: música tocada por artistas de nível com entrada gratuita. Neste período, em que as unidades culturais, seja Federal ou Estadual, têm ficado em segundo plano, a cidade não deixou que isso colaborasse para a não realização do Festival. 


“Foi desafiador  manter o Festival que já está tão consolidado em Rio das Ostras. É um evento democrático, que reúne várias tribos. Não poderíamos deixar cair a qualidade”, disse Stênio Mattos, produtor do Jazz & Blues.

Mesmo com menos dias, o público não deixou de vibrar com os shows. “Tenho casa em Rio das Ostras desde 1976 e só perdi a edição do Festival quando operei o joelho e o médico proibiu. O evento é muito importante; ele representa a democratização da cultura na região”, afirma o carioca Solano Rocha, que trouxe o amigo Otaviano Rocha para conferir as atrações da 14ª edição.

DESAFIO - Vivendo um momento econômico delicado, devido à crise nacional, potencializada com a diminuição do repasse dos royalties de petróleo, Rio das Ostras manteve o desafio de produzir a 14ª edição do Festival de Jazz & Blues.

Evitando onerar os cofres públicos no período de menos recursos financeiros, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo buscou parceiros na iniciativa privada, que colaboraram no patrocínio da estrutura do evento.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Carla Ennes, o evento fomenta a economia da cidade por meio do turismo. “Ao realizá-lo pouco antes da alta temporada, oferecemos um ‘fôlego’ aos empresários locais que atendem nossos visitantes durante o verão. Por isso, nosso empenho de buscar apoiadores que acreditam no Festival para que ele não deixasse de acontecer”.

ECONOMIA – Além de boa música, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival ajuda a movimentar a economia da cidade. Durante o evento, a taxa de ocupação hoteleira chegou a mais de 70%. Estes visitantes colaboram diretamente para o movimento econômico da cidade, entre eles restaurantes e bares, que aproveitam o evento da boa música para conhecer a gastronomia local.

Um dos empresários que confirma isso é Pedro Rodrigues, participante do Festival de Frutos do Mar, realizado pela Prefeitura durante o mesmo período do Jazz e Blues. Segundo ele, o movimento aumentou cerca de 45%.

"No final de semana do Festival de Jazz & Blues tivemos cerca de 45% de clientes que vieram prestigiar o Festival de Frutos do Mar. Sem dúvida foi uma movimento atípico", disse o empresário. O evento continua até dia 30 de novembro.

Os bons resultados também foram experimentados por empresários presentes na Praça de Alimentação da Área de Eventos de Costazul. “Esta é a primeira vez em que participamos do Festival. Na primeira noite vendemos todo nosso estoque”, destaca Camila Lino, proprietária de um Food Truck especializado em hambúrgueres artesanais.

Durante o Festival, dezenas de participantes do Programa Renda Alternativa, desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, puderam comercializar seus produtos.

Para a ambulante Vera Lúcia dos Santos, permissionária de uma tenda de espetinhos e refrigerantes, o retorno é positivo. “Participo do Festival de Jazz há cinco anos e estou muito satisfeita com os resultados das vendas. Vale a pena”, afirma.

FONTE: SECOM -PMRO.

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